A superação do capitalismo e de todas as opressões que ele engendra, incluindo racismo, sexismo, destruição ambiental não virá da soma de lutas identitárias, mas da revolução proletária. Essa revolução, ao abolir a propriedade privada dos meios de produção, elimina a base material de todas essas opressões.
O resto virá como consequência ou não virá, se a luta de classes não for o eixo central.
A luta é pela humanidade como ser genérico, contra sua própria aniquilação. Ela é permanente, internacionalista e dirigida pela classe que produz toda a riqueza, sem qualquer identidade que não seja a de explorado contra explorador.
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